segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O poder do obrigado

Falando em filosofias de vida no post passado, me lembrei de uma que vem me fazendo um bem danado ultimamente. Agradecer.

Sim, agradecer. 

Parece idiota ou bobo, mas nossa, vocês não sabem como isso faz bem. Agradeço tudo. Desde o motorista do ônibus que para quando eu faço sinal ao moço que me dá licença quando tô com pressa. 

Percebi que quando você agradece a alguém, você reconhece a ação daquela pessoa, e como aquele ato foi bom pra vc e te ajudou em algo. Faz o outro se sentir reconhecido. 

No caso do motorista de ônibus, tenho que ser amiga deles mesmo, porque me levam e trazem todos os dias. Fora que ralam pra caramba e têm que ouvir cada coisa...

Você sente uma satisfação enorme em abrir o sorrisão e dizer "obrigada (o)". Sabe o mais legal? É quando a outra pessoa te responde um "de nada". Nossa, o coração pula de alegria e vc sente que fez uma coisa boa.

O "obrigado" faz parte daquelas palavrinhas mágicas que aprendemos quando criança: "por favor", "com licença", "bom dia", e por aí vai. É incrível como a gente cresce e esquece de usar as tais palavrinhas. Parece que esquecemos mesmo a mágica que existem nelas.

Não digo isso pq um "por favor" vai te abrir portas ou nada disso. Digo porque uma vez que você age com educação e respeito com o próximo, você se sente bem consigo mesmo, sabe que fez e faz sua parte.

Agora, infelizmente, existem aquelas pessoas que só veêm a mágica das palavras quando é algo de seu interesse ou mesmo esquecem seu significado. O mais irônico é que essas mesmas pessoas ficam revoltadas quando não ouvem um "obrigado". Quer dizer, não pode reclamar, né?

Eu particularmente tô adorando. Agradeço o moço que me serve alguma coisa, à moça que me dá o troco das compras, à pessoa que me ajuda a escolher um presente, à pessoa que me empresta uma caneta, a quem me explica mil vezes a mesma coisa até eu entender... São muitos "obrigados" por dia e isso me ajuda a dormir mais tranquila à noite.

E acho que isso é o que vale a pena. Ter a consciência tranquila de que fez um bem, ainda que pequeno, a outra pessoa.

Dito isso, OBRIGADA!




sábado, 28 de setembro de 2013

A volta dos que não foram

CA RAM BA.

Sei nem por onde começar... Tipo, sério. Não acredito que voltei aqui depois de tanto tempo.

Sim, tem DOIS ANOS que eu não ponho meus dedinhos aqui para atualizar o blog. E nossa, aconteceu tanta coisa nesse tempo que eu tô até meio perdida, rs.

Essa semana tenho pensado muito nisso aqui... No que esse espaço já significou pra mim, no quanto eu queria dar uma passada pra desabafar...

Ok, vamos começar pelas coisas que mudaram.

Nesses dois anos eu arrumei um emprego, me formei e noivei finalmente

Tive a louca experiência de começar a trabalhar num período tenso da faculdade - o último período, recheado de textos e artigos e monografia. Aquela coisa de faculdade-trabalho-casa foi levada a sério e foram meses conturbados, mas sobrevivi. A melhor parte é que meu trabalho - no qual continuo até hoje - é na área que eu sempre quis, mas não necessariamente tratando do assunto que eu sempre quis. Mas isso é história pra outro dia.

Acho que terminar a faculdade foi uma das minhas maiores vitórias. Se não a maior. Não posso dizer que foram anos difíceis (não sou CDF nem quero desmerecer a minha profissão, mas a faculdade de jornalismo não é difícil), mas foram anos maravilhosos em que conheci pessoas ímpares e que, com certeza, nenhum outro período da minha vida vai se igualar. Nossa, como eu sinto falta daquela rotina que eu tanto reclamava e que era pinto perto do que é hoje a minha vida, rs.

Quanto ao noivado... É um sonho se tornando real. Não vou falar muito porque realmente acredito naquela coisa de que a inveja ouve e vê tudo, mas posso dizer que estou muito feliz. Louca arrumando as coisas, mas feliz, rs.

Mas acho que o que mais mudou nesses anos fui eu mesma. Como já fiz outras vezes que fiquei ausentes, parei para ler uns posts antigos... E nossa, como eu mudei. Tudo bem, não passei da primeira página do blog sim, fiquei com preguiça, mas deu pra perceber que algumas coisas estão bem diferentes... Bem, outras nem tanto.

Uma das coisas que mudou, e muito, é que diminuí a minha ingenuidade. Parei de confiar demais e desconfiar de menos e inverti os polos. Eu, que já era desconfiada, mas não deixava transparecer muito, tô praticamente uma agente do CSI.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Cinco meses

Nossa mãe, CINCO meses que não entro nessa página que já foi tão amada e tá largada no vento (sim, ainda tô na vibe de "O Clone")!

De uma forma ou de outra, é como eu tô me sentindo ultimamente. 

Esses cinco meses passaram se arrastando sobre mim... Apesar de algumas coisas muito boas terem acontecido - o que me faz pensar que esse ano tá passando rápido -, ficou só nisso. Não vou cuspir no prato que comi, mas parece que as coisas que aconteceram não foram boas o bastante, apesar de terem sido... Eu apenas queria que mais tivesse acontecido, mesmo sabendo que se tivessem mesmo acontecido, as coisas boas nunca teriam existido. Deu pra entender? Pois é, confuso mas é assim: a existência do algo a mais que eu sinto falta implicaria na inexistência do que aconteceu. E o mesmo serve pro futuro. Se acontecer o que eu preciso - e quero - não vai rolar o que eu quero - mas que não necessariamente preciso.

Aí com isso vem a frustração, decepção, desânimo e até um pouquinho de depressão, só de pensar que nada pode dar certo.

Até aparecem algumas coisas, mas por ser teimosa ou orgulhosa ou ingênua, não vou atrás sempre pensando "não, ainda vai aparecer a chance perfeita".

"Mas será que vale a pena? Será que eu vou estar fazendo merda se jogar tudo pro alto AGORA?" É o que mais tenho pensado nesses últimos cinco meses. 

A decisão que tomei é que... Bom, apenas não tomei decisão nenhuma. Resolvi deixar o barco da ingenuidade seguir e continuar acreditando que, um dia, as coisas vão dar certo.



PS: Só fiquei 5 meses fora e o blogger já muda tudo??! Posso nem sair um pouco pra tomar uma brisa, eu heim...

quinta-feira, 7 de abril de 2011

#DiadoJornalista

Como hoje é meu dia, não poderia deixar passar em branco. Certo? Não, porque ainda não sou de fato jornalista, daqui a um ano talvez, mas ainda sim é motivo para querer receber meus parabéns por hoje u.u
Looogo, vou dar 40 motivos para você aí casar com um jornalista. Então, acabou de ler o post, corre atrás do seu! xD


  1. Jornalista geralmente é criativo, ele vai surpreender você quando menos esperar;
  2. São curiosos e antenados, você sempre ficará por dentro de tudo que acontece;
  3. Eles não ganham bem, mas isso é bom porque vocês podem aprender a economizar dinheiro;
  4. No Natal, Ano Novo, Carnaval… eles provavelmente estarão na redação. Mas, pense pelo lado positivo: antes trabalhando do que vagabundando;
  5. E outra! Trabalhando muito, eles não têm tempo de se interessar por outra pessoa;
  6. Eles não são bons de matemática, mal sabem somar e subtrair; mas, para que saber isso se são os mestres da escrita?;
  7. Acostumados com pautas, são bem organizados e planejam bem as coisas antes de fazê-las;
  8. Como é fissurado por fontes, quando você tiver uma ótima ideia, ele não vai dizer aos amigos que foi coisa da cabeça dele. Dará todas as honras para você!;
  9. Como vivem numa rotina corrida, não tem muito tempo para opinar nas coisas da casa. O que você fizer, ele vai achar lindo;
  10. Tudo é um grande brainstorm (tempestade de ideias). Monotonia não vai entrar na sua casa!;
  11. Quando vocês brigarem, ele não vai achar que a opinião dele é a melhor. Tem que ouvir todos os lados de um fato, ele saberá analisar a situação!;

domingo, 3 de abril de 2011

Há uns 6 anos...

... Uma pessoa muito especial me dava isso, no meio de uma aula qualquer no colégio. Dizia que ele mesmo tinha escrito, e eu na inocência dos meus 14 anos e claro, querendo agradar, fingi que acreditei. Até hoje eu brinco com as coisas que ele me manda e diz sair da sua cabeça rs.
Mas entre todas as coisas já me enviadas nesses anos, entre músicas e textos - dele mesmo ou não rs - essa sempre vem à minha memória. Não sei por qual motivo, mas me marcou. 


Queria alguém.
Queria alguém que pensasse em mim. Mas pensasse mesmo, não lembrasse, só. Queria alguém que pensasse em mim sempre, que fosse ouvindo alguma música, comendo alguma coisa, ou escovando os dentes. Queria alguém simples, mas tão simples, que seria especial. Queria alguém que ficasse conversando comigo pelo ICQ quando eu ficasse de castigo sem poder sair de casa. Queria alguém que me ligasse antes de eu pensar em ligar. Queria alguém pra quem eu pudesse ligar só pra dar "bom dia". Queria alguém que participasse comigo daquelas promoções de celular. Queria alguém inteligente, mas meio doidinho, para falarmos um monte de besteira antes de dormir. Queria alguém pra enxugar minhas lágrimas, para me dar colo, pra não deixar eu ficar triste. Mas, se eu ficar, que me alegre, ou ao menos tente.

Quero ter alguém em quem pensar, pra ter saudade quando viajar, pra ter um motivo de não querer sumir do mapa. Queria alguém pra ir comigo no show do Roberto Carlos. Alguém pra me levantar quando eu tomar um caixote no mar, alguém com quem dividir a canga na areia. Queria alguém que lesse o que eu escrevo e vibrasse do jeito que eu imagino vibrarem. Queria alguém que fosse muito sincero. Inocente, até, eu diria. Queria alguém que cantasse pra mim. Sei lá que música. Desse alguém, tanto faz. Queria alguém em quem eu confiasse cegamente, pra vida toda. Queria alguém pra eu ter razão de me produzir, alguém que me apoiasse nas minhas decisões, e que me desse bronca nas bobagens inevitáveis.

Queria alguém que errasse tanto quanto eu, e que entendesse as mancadas. Queria alguém maduro, que nunca deixa de ser criança. Queria alguém pra ter uma história comigo. Queria um amante, um amigo. Queria alguém com quem ter telepatia, com quem eu risse sem motivo. Que não tivesse vergonha de nada, que achasse graça das minhas piadas. Queria alguém que me chamasse de "minha". Que sonhasse comigo, e acordasse também. Queria alguém teimoso, persistente. Quando não conseguir, que tente. Queria alguém mais ou menos assim. Queria esse alguém pra mim Queria alguém... Será que tem?
Tenho muito orgulho e alegria de dizer que, há pouco mais de 6 anos, eu encontrei o meu alguém. E alguém, te amo muito, viu? 

xx

quinta-feira, 10 de março de 2011

Carnachuva 2011

Rodolfo, Ana Paula, Robson e eu: Carnachuva 2011 em Baependi
Curtiram o carnaval?
Como prometi no último post, cá estou eu depois desse feriadão pra contar como foram as coisas.

Primeiro que esse não foi um carnaval comum: cheguei em Baependi debaixo de chuva e assim foram meus 5 dias seguintes. Era tanta água que sério, não sei daonde São Pedro tava tirando aquilo tudo rs. Maaaaaaas como não derreto nem sou de açúcar, saí os 4 dias de carnachuva, sendo que dois deles mal cheguei e já fui embora. Culpa minha? Não, não. Porque eu estava animadérrima pra esse carnaval e ainda tinha que ouvir meu namorado dizendo que eu não ia aguentar e bla bla bla, mas quem não aguentou foi ele ¬¬'. 

Enfim, rs, os dois dias que ficamos até 4 da manhã me diverti horrooooores! E no primeiro dia ainda fui a pé pra casa, que é a 5 km da centro da cidade. Pra ter noção, é mais longe do que a distância de Baependi pra Caxambu. Nem preciso dizer que depois dessa pequena caminhada quase fiquei sem pernas, né?rs

O resto que sobrou das pobres se foram na madrugada de domingo pra segunda, que, creio eu, foi a noite que eu mais dancei na minha vida! De Chiclete com Banana a É o Tchan, dancei tudo! Mas devo confessar que devo isso àquela querida vodka com aquele corante azul, coisa linda! E devo também a fofa da Ana Paula, minha parceira de dança haha.

Durante os dias, tiveram churrascos, feijoada, uma cervejinha básica com a família... E mais chuva. Essa nunca desistia de cair.

Fora que né, conviver esses dias com o namorado só me fez ter mais certeza do que eu quero... Foi lindo, lindo, lindo. E isso dispensa comentários. *___________*

Confesso que voltar à Baependi me trouxe lembranças boas e ruins da última vez que estive lá... As boas foram revividas de uma forma melhor do que da primeira vez. As ruins surgiam na memória cada vez que eu via algo que me remetesse ao assunto, isso quando as lembranças do que me foi dito não se tornaram imagens na minha cabeça. Já se foram dois meses disso e ainda não sei lidar com a situação. Acho que vai durar mais do que pensei...

Mas né, o carnaval acabou e já já estaremos de volta à rotina... Nem creio que semana que vem já volto pra faculdade... Parece uma realidade tão distante, quase uma outra dimensão rs.

Por hoje tá bom... Pelo menos cumpri a promessa de aniversário do blog rs.

See ya!

Xx